Pra começar bem a semana
segunda-feira, 18 de maio de 2009 - 2 Comentários
Depois de tantos textos falando de porrada, uma suavizada até que não vai mal.
Então, para começar a semana com inspiração, BLOGIE garimpou uma raridade: o teste de cena de Audrey Hepburn, o rostinho mais bonito da história do cinema, para seu primeiro filme, A Princesa e o Plebeu (pelo qual ela ganhou, de cara, o Oscar de melhor atriz).
Olha só:
Billy Wilder dizia que a câmera amava Audrey, e essa pequena entrevista prova isso.
Para entender o contexto: a coisa se passa em 1953. A jovem belga Audrey Hepburn, que estudara para virar bailarina na Europa, acabava de chegar aos EUA, e ganhou projeção imediata no teatro, onde fez Gigi. No vídeo, o diretor de elenco está ouvindo dela sua experiência durante a 2ª Guerra Mundial, quando ela e sua família deram abrigo para soldados aliados (e ela, veja só que surreal, dançava balé para eles).
E, aí, dá pra ver o momento exato em que ela nasceu no cinema: exatamente aos 56 segundos do vídeo, o diretor pergunta: "e os alemães, o que achavam disso?"
E ela sorri de um modo ingênuo, maroto e absolutamente irresistível: "eles não sabiam."
Daí pra frente, o que rolou: A Princesa e o Plebeu foi lançado, com ela e Gregory Peck zanzando por Roma (em locações reais, o que era novidade para a época!), e veio um Oscar, e o mundo ficou bem melhor com Audrey emprestando sua beleza e seu carisma a tantos filmes bacanas do Billy Wilder, do Stanley Donnen e do Blake Edwards.
Marcadores: Audrey Hepburn, cinema, mulheres
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2 Comentários:
tenho este DVD, mas acredita que ainda não o vi? Quando conferir, volto aqui.
19 de maio de 2009 às 09:29
Thays, esse é um dos meus cinco filmes preferidos!
Mas não espere por algo do outro mundo, ou que tenha um sentido diferente. É simplesmente um filme bem feito, engraçado e - como encontrar a palavra certa? -... natural. Acho que é isso.
Audrey não atuava. Ela passeava pelo filme, deixando-o melhor.
É assim que me senti, quando vi o filme pela primeira vez, numa madrugada estudando para o vestibular. Lá pelas tantas, a Globo começa a passar esse filme, e eu paro pra ver a moça bonita em preto-e-branco.
(Acho que virei cinéfilo por culpa desse filme...)
Um abraço,
Ricardo
20 de maio de 2009 às 09:28
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