"Comando Para Matar" - a luta mais trash
quarta-feira, 29 de abril de 2009 - 2 Comentários
Falar em cenas de luta e não lembrar do Schwarzenegger é pecado.
Qual é o filme inesquecível do rei da ação dos anos 80?
A maioria, certamente, daria como resposta um dos dois Exterminadores do Futuro. Já eu cravo, sem medo de errar: Comando Para Matar.
Esse filme é inesquecível: fez de Arnold um astro. E tem a briga mais trash da história do cinema.
Tão trash, mas tão trash, que o meu chefe (o editor da VIP) acabou cortando o texto abaixo da matéria sobre as melhores cenas de luta do cinema.
Não culpo o cara: o texto ficou um lixo, o que não deixa de ser apropriado.
Leia e dê sua opinião:
A Luta Mais Trash: Comando Para Matar
Um dos grandes sucessos dos anos 80, Comando Para Matar é um dos filmes que fez de Arnold Schwarzenegger o maior astro dos filmes de ação. Ele é John Matrix, um ex-combatente que curte a aposentadoria com sua filha Jenny, nas montanhas. Certo dia, a menina é sequestrada por uma quadrilha misteriosa que, descobrirá Matrix, é liderada por Bennet, um antigo companheiro de tropa.
Bennet é, na prática, um sósia anabolizado do Freddie Mercury, de bigodinho, couro e tudo mais. Em suma, um estereótipo gay. Matrix, bem mais bombado e um pouco mais másculo, vai matando um por um dos soldados da mílicia de Bennet, até o confronto final entre os dois bofes.
E que confronto! Com falas pra lá de suspeitas ("sou eu quem você quer", "eu não preciso da garota!", "está gostoso, John?"), disputas de quem tem o maior facão e um cenário que parece saído do vídeo-clipe de Relax, do Frankie Goes to Hollywood (fogo, metal, choque elétrico), a briga chega ao ponto em que Matrix está subjugado, de joelhos, de costas para Bennet. Este pega uma pistola e se prepara para executar o inimigo. Mas estamos falando de Schwarzenegger, e ele não pode se dar mal: arranca um cano de vapor, que estava ali do lado, e o arremessa como um dardo no peito de Bennet. Resumindo: o cara morre empalado por um cano que está soltando gás.
Agora, veja a cena abaixo e diga se estou mentindo:
Pensando bem: o leitor da VIP deveria mesmo ser poupado do texto. E, o amigo do BLOGIE, do vídeo.
E o culto aos anos 80, às vezes, acaba constrangendo.
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2 Comentários:
hahaha
eu adorei o texto!
ou esse seu chefe é muito careta ou eu que sou muito trash!
ps. a propósito esse filme é um dos meus favoritos do Domingo Maior
29 de abril de 2009 às 15:21
Obrigado! "Comando" é o supra-sumo dos anos 80. Viva o Domingo Maior!
(Mas o chefe é bacana... cortou muito pouco do texto original. Acho que "Comando" dançou, porque ele sentiu falto do "Predador"...)
Um abraço,
Ricardo
29 de abril de 2009 às 15:30
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