Em tempo: "Sexta-Feira 13", bons tempos aqueles
domingo, 15 de fevereiro de 2009 - 0 Comentários
Na última sexta-feira, dia 13, estreou, entre filmes bacanas indicados ao Oscar, a nova versão de Sexta-Feira 13, uma lenda dos anos 80 que, tal qual seu vilão, Jason, não morre nunca.
Sincera e honestamente: não assistirei à nova versão, assim como já não tinha assistido à última empreitada, aquela coisa que misturava Jason e outro ícone do terror oitentista, Freddie Krugger. Assim como abandonei a coisa toda em Sexta-Feira 13 Parte VII, lançado enquanto eu ainda estava no colégio.
Jason foi um cara bacana, uma atração divertida principalmente durante a pré-adolescência. Em seus filmes, havia pencas de loirinhas transando, antes de serem perseguidas pelo assassino mascarado. Havia um prazer trash em acompanhar a série.
O melhor filme da série é a Parte II, aquela em que a moçada do Camp Crystal Lake resolve jogar Strip Monopoly - uma versão de "Banco Imobiliário" em que os imóveis e aluguéis são pagos com peças de roupas. Além da sacanagem, as mortes são as mais divertidas da série.
O vídeo abaixo traz uma edição especial com todas as mortes do filme, agrupadas em dois minutos e meio. Clique, se tiver estômago:
É tipo o Gols do Fantástico: só traz os "finalmentes". Jason é o Romário do facão.
Mas o melhor final de todos é o de Sexta-Feira 13 Parte IV - o Capítulo Final: o Corey Feldman, o Bocão de Goonies, raspa a cabeça e se faz passar pelo próprio Jason, confundindo a cabecinha limitada e amalucada do assassino. Num vacilo, Jason é assassinado a pauladas pelo menino de uns doze anos. A mocinha da história também é a mais gata da série: Kimberly Beck.
Jason morto, no fim do "Capítulo Final". Yeah, right.
Mas, a partir daí, começou aquela palhaçada do Jason morrer no fim de um filme e ressucitar no início do outro, e a coisa começou a perder a graça pra mim.
Ou simplesmente era o tempo passando.
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